segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Comando 10 de Navarone

Título no Brasil: Comando 10 de Navarone
Título Original: Force 10 from Navarone
Ano de Lançamento: 1978
País: Reino Unido, Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Guy Hamilton
Roteiro: Robin Chapman, baseado no romance de Alistair MacLean, com história de Carl Foreman
Elenco: Robert Shaw, Harrison Ford, Edward Fox, Barbara Bach, Franco Nero, Carl Weathers, Richard Kiel, Alan Badel, Michael Byrne e Angus MacInnes.

Sinopse: 
Durante a Segunda Guerra Mundial, Mallory e Miller, sobreviventes da missão apresentada em Os Canhões de Navarone, são novamente recrutados pelos Aliados para uma operação extremamente perigosa nos Bálcãs. Os dois são enviados para integrar a Force 10, uma unidade especial comandada pelo coronel americano Mike Barnsby, interpretado por Harrison Ford. A missão oficial é localizar um espião alemão que fugiu e se infiltrou entre os guerrilheiros iugoslavos, sendo Mallory e Miller os únicos capazes de identificá-lo. Ao mesmo tempo, a equipe recebe uma segunda missão secreta: destruir uma grande represa cuja existência está diretamente ligada à estratégia militar alemã. O avião que transporta o grupo, porém, é abatido e vários integrantes da unidade morrem, deixando os sobreviventes isolados em território inimigo. A partir daí, os soldados precisam atravessar uma região dominada pelos alemães e descobrir em quem podem confiar. No caminho, eles entram em contato com guerrilheiros liderados por Maritza e acabam envolvidos em uma complexa trama de traição, espionagem e sobrevivência.

Comentários: 
Comando 10 de Navarone foi produzido como continuação de Os Canhões de Navarone, de 1961, embora apresente mudanças importantes em relação ao livro de Alistair MacLean que lhe serviu de base. Guy Hamilton, que já tinha experiência em filmes de ação e havia dirigido quatro aventuras de James Bond, assumiu a direção e construiu uma aventura de guerra repleta de perseguições, combates, sabotagens e grandes sequências de ação. Robert Shaw substituiu Gregory Peck no papel de Mallory, enquanto Edward Fox assumiu Miller, personagem anteriormente interpretado por David Niven. Harrison Ford aparece como o coronel Barnsby, em uma fase muito importante de sua carreira, poucos anos depois de Star Wars e pouco antes de alcançar enorme projeção como Indiana Jones. Barbara Bach interpreta Maritza, integrante da resistência iugoslava, enquanto Carl Weathers e Franco Nero também ganham papéis importantes. A produção teve um orçamento de aproximadamente US$ 10,5 milhões e apresentou elaboradas sequências de destruição, incluindo o clímax envolvendo a represa e a ponte.

A recepção crítica foi variada, embora vários críticos tenham destacado o ritmo e as cenas de ação. A Variety elogiou Guy Hamilton por conseguir manter a tensão durante quase duas horas e destacou particularmente Harrison Ford, Edward Fox e Carl Weathers, além da grande sequência final envolvendo a destruição da represa. Roger Ebert, do Chicago Sun-Times, foi mais reservado e observou que o filme seguia muitos dos clichês tradicionais das aventuras de guerra, embora reconhecesse a eficácia da sequência final. O filme foi lançado nos Estados Unidos em dezembro de 1978 e teve duração de aproximadamente 118 minutos na versão de cinema. Comercialmente, porém, ficou bem abaixo do desempenho de Os Canhões de Navarone, arrecadando cerca de um quarto do valor obtido pelo filme original, segundo dados citados posteriormente pela Film Comment. Com o passar do tempo, Comando 10 de Navarone permaneceu especialmente lembrado por reunir Robert Shaw, Harrison Ford, Edward Fox e Barbara Bach em uma aventura de guerra de grande escala. Também ganhou interesse por ser uma das primeiras grandes produções de ação de Harrison Ford depois de sua ascensão internacional, registrando uma fase de transição importante em sua carreira.

Erick Steve. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amor em Chamas

Título no Brasil: Amor em Chamas
Título Original: Hanover Street
Ano de Lançamento: 1979
País: Estados Unidos / Reino Unido
Estúdio: Hanover Street Productions Ltd.
Direção: Peter Hyams
Roteiro: Peter Hyams
Elenco: Harrison Ford, Lesley-Anne Down, Christopher Plummer, Alec McCowen, Richard Masur, Michael Sacks e Patsy Kensit.

Sinopse: 
Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, o piloto americano David Halloran está baseado na Inglaterra e conhece Margaret Sellinger durante um ataque aéreo em Londres. Margaret é uma enfermeira inglesa casada com Paul Sellinger, um oficial britânico que trabalha para a inteligência. Apesar de saber que ela é casada, David se apaixona por Margaret, e os dois começam um relacionamento. A situação se torna ainda mais complicada quando David é escolhido para transportar Paul em uma perigosa missão atrás das linhas inimigas. Durante a operação, o avião é abatido e os dois homens acabam isolados em território ocupado pelos alemães. David então descobre que o homem que precisa ajudar é justamente o marido da mulher que ama. Obrigados a trabalhar juntos para sobreviver e cumprir a missão, os dois precisam deixar de lado suas diferenças pessoais. Paralelamente, Margaret aguarda notícias dos dois homens enquanto a guerra continua avançando.

Comentários: 
Amor em Chamas combina romance e filme de guerra, seguindo uma fórmula bastante tradicional das grandes histórias românticas ambientadas durante a Segunda Guerra Mundial. Harrison Ford interpreta David Halloran em uma de suas primeiras fases como protagonista de um filme de maior porte, pouco antes de sua carreira alcançar uma nova dimensão com O Império Contra-Ataca e Os Caçadores da Arca Perdida. Lesley-Anne Down interpreta Margaret, enquanto Christopher Plummer assume o papel de Paul, criando um triângulo amoroso que passa a ser colocado à prova pela própria guerra. Peter Hyams também acumulou as funções de diretor e roteirista, procurando equilibrar as cenas de combate aéreo com o drama sentimental. A produção foi filmada em diversos locais da Inglaterra, incluindo Londres, Woodstock e o antigo aeródromo de Bovingdon, além de utilizar aviões B-25 reais em algumas sequências. O filme foi lançado nos Estados Unidos em maio de 1979 e distribuído pela Columbia Pictures.

A recepção crítica na época foi bastante dividida. A Variety considerou que o filme funcionava razoavelmente bem como produção de guerra com uma história de amor, mas observou que a intenção principal era justamente fazer o contrário, ou seja, contar uma história romântica tendo a guerra como pano de fundo. Vincent Canby, do The New York Times, foi muito mais negativo e criticou o excesso de clichês e o tom melodramático da narrativa. Atualmente, a produção possui 70% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes, embora esse resultado seja baseado em apenas dez avaliações. O filme também é lembrado pelas sequências de aviação e pela presença de Harrison Ford ainda jovem, em um período importante de sua carreira. Para admiradores do ator, Amor em Chamas é especialmente interessante por mostrar uma de suas primeiras tentativas de protagonizar um romance dramático e um filme de guerra ao mesmo tempo. Mesmo com suas características bastante tradicionais, a obra conserva o interesse pelo elenco, pelas locações inglesas e pelas cenas de ação aéreas.

Erick Steve. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Guerra Nas Estrelas

Guerra Nas Estrelas
A saga "Star Wars" teve início quando na segunda metade da década de 70 surgiu esse filme nos cinemas americanos. É curioso porque "Guerra nas Estrelas" foi considerado inovador e revolucionário em sua época mas olhando bem veremos que não é bem assim. Na verdade essa produção era de certa forma uma releitura dos antigos filmes de ficção da década de 50, época considerada de ouro para o gênero. Já nos anos 70 a chamada "ficção de aventura", categoria no qual se enquadra "Star Wars", era considerada uma coisa fora de moda, ultrapassada. Como então George Lucas conseguiu requentar uma velha fórmula dando ares de coisa nova, revolucionária? Basicamente por dois motivos: Primeiro porque soube revitalizar antigos mitos e deu a eles todo um design renovado, com efeitos especiais (esses sim) realmente revolucionários. A mitologia do jovem escolhido para enfrentar um império do mal não é novo, faz parte de muitas estórias contadas ao longo da civilização, o que mudou aqui realmente foi a roupagem nova e moderna. George Lucas nesse sentido foi realmente genial. A segunda questão que fez "Star Wars" ser o sucesso que foi se baseia no resgate do cinema como diversão pura, algo que havia sido deixado de lado naqueles anos. 

Os filmes de maneira em geral procuravam mostrar problemas sociais, dramas profundos, questões pertinentes. Com "Star Wars" não havia essa preocupação, o filme era diversão pela diversão apenas. O público que lotou os cinemas para assistir "Guerra Nas Estrelas" queria apenas se divertir e o filme de George Lucas era perfeito para isso. Quando a Fox deu autorização para a realização do filme mal sabia o que estava por vir. George Lucas era praticamente um novato com apenas um sucesso em sua filmografia, a comédia nostálgica "American Grafitti" e nada mais. No elenco não havia nenhuma grande estrela a não ser o veterano Alec Guiness, às portas de sua aposentadoria. Fora isso havia um carpinteiro (Harrison Ford), uma beldade filha de celebridades (Carrie Fisher) e um desconhecido no papel central (Mark Hamill). De orçamento apertado ninguém no set sabia que estaria naquele momento revolucionando nada. Em uma de suas biografias ficamos sabendo, por exemplo, que Alec Guiness não conseguia entender nada do que se passava na estória, apenas declamava suas falas por puro profissionalismo. O resultado final porém deixou todos surpresos, exceto talvez George Lucas que sabia estar usando de uma fórmula antiga mas que ainda poderia cair nas graças do público. Olhando para trás podemos entender que "Guerra nas Estrelas" também se tornou um divisor de águas. A partir de seu sucesso o cinema americano começou a sofrer um processo de juvenilização de suas produções. Na década de 70 imperava no cinema os grandes filmes de temáticas dramáticas como "O Poderoso Chefão", "Taxi Driver", etc. Depois de "Star Wars" os estúdios começaram a investir em filmes para um público mais jovem, infanto-juvenil. Não é para menos que os anos que viriam seriam os dourados para diretores ao estilo "Peter Pan" como Steven Spielberg e o próprio George Lucas. Se isso foi bom ou ruim já é tema para outra discussão. De qualquer modo "Star Wars" é um marco na história do cinema. Um filme que realmente revolucionou o modo de se fazer cinema nas décadas seguintes.  

Guerra Nas Estrelas (Star Wars, Estados Unidos, 1977) Direção: George Lucas / Roteiro: George Lucas / Elenco: Mark Hamill, Harrison Ford, Alec Guinness, Carrie Fisher, Peter Cushing, Anthony Daniels, Kenny Baker, David Prowse / Sinopse: Luke Skywalker (Mark Hamill) é um jovem habitante de um planeta distante que parte em uma aventura contra um império do mal comandado pelo lado negro da força.  

Pablo Aluísio.

Loucuras de Verão

Título no Brasil: Loucuras de Verão
Título Original: American Graffitti
Ano de Produção: 1973
País: Estados Unidos
Estúdio:  Universal Pictures
Direção: George Lucas
Roteiro: George Lucas, Gloria Katz, Willard Huyck
Elenco: Richard Dreyfuss, Ron Howard, Paul Le Mat, Harrison Ford

Sinopse: 
Dois amigos se despedem da vida de colégio durante uma noite qualquer de 1962. Em breve eles irão para a universidade, entrando em uma nova fase de suas vidas. Para passar o tempo eles decidem andar de carro pela noite, dando voltas pelas redondezas, onde encontram amigos, paqueras e também rivais. Um retrato descompromissado e nostálgico da juventude americana dos anos 60.

Comentários:
O primeiro grande sucesso comercial da carreira de George Lucas. Produzido por Coppola esse foi um dos primeiros filmes a olhar com clima de nostalgia e carinho para a década de 1960 (que acabara de terminar). Com uma trilha sonora maravilhosa composta apenas de grandes clássicos do rock 'n' roll essa película é uma das mais lembradas quando se fala em filmes sobre adolescentes. Além de ter sido um marco na carreira de Lucas, "American Graffitti" também impulsionou a carreira do jovem e praticamente novato Harrison Ford que iria estrelar alguns dos filmes de maior bilheteria dos anos que viriam, como as franquias "Guerra nas Estrelas" e "Indiana Jones". Aqui seu papel é até sem importância mas isso não o impediu de se destacar no filme. Roteiro simples (o enredo se passa apenas em uma noite) mas muito eficaz e nostálgico, a produção é considerada até hoje um dos melhores filmes sobre jovens da história do cinema americano. Imperdível.

Pablo Aluísio.

Harrison Ford - Filmografia Selecionada


Harrison Ford - Filmografia Selecionada:

Década de 1970:
Loucuras de Verão
Guerra nas Estrelas
Comando 10 de Navarone
Amor em Chamas
O Rabino e o Pistoleiro

Pesquisa: Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Magnum 44

Título no Brasil: Magnum 44
Título Original: Magnum Force
Ano de Produção: 1973
País: Estados Unidos
Estúdio: Warner Bros
Direção: Ted Post
Roteiro: Harry Julian Fink, Rita M. Fink
Elenco: Clint Eastwood, Hal Holbrook, Mitch Ryan
  
Sinopse:
Considerado pela imprensa um justiceiro fora-da-lei o policial Harry Callahan (Eastwood), mais conhecido como "Dirty Harry" (Harry, o sujo), precisa se conter em sua sede de vingança contra os criminosos em geral. Para sua surpresa tudo indica que um novo justiceiro está nas ruas, fazendo justiça com as próprias mãos. Caberá agora a Harry descobrir o que está acontecendo, inclusive com pistas que levam a outros policiais.

Comentários:
Estou fazendo uma retrospectiva dos filmes de Clint Eastwood. Nesse fim de semana revi Magnum 44, segundo filme da série com o personagem Dirty Harry, o policial durão que não leva desaforos para casa A trama do filme é até simples: um grupo de policiais novatos na força se une para limpar as ruas de San Francisco com suas próprias mãos. Dirty Harry então tenta combater a corrupção policial. Algumas coisas me chamaram a atenção. Se no primeiro filme Harry, o Sujo, era o justiceiro, aqui na sequência ele luta contra o esquadrão da morte formado dentro de sua corporação. Não deixa de ser muito irônica a premissa do roteiro que coloca Harry combatendo colegas de farda que no fundo estão agindo de acordo com o seu próprio modo de pensar. Talvez os produtores tenham sentido as críticas contra o primeiro filme e colocaram o personagem de Clint Eastwood no outro lado da balança nessa continuação. Aqui ele combate justamente o que ele próprio defendia indiretamente em "Perseguidor Implacável".

Outro fato curioso: os vilões do filme são patrulheiros, usam capacete e roupas praticamente idênticas às usadas pelo vilão ciborgue de "Exterminador do Futuro 2", inclusive várias cenas de perseguição nas ruas de San Francisco me lembraram imediatamente do filme de James Cameron. Teria sido Plágio de Cameron? Pode ser, mais um na longa lista de situações mal contadas da filmografia de James Cameron, que já havia sido acusado de se apropriar de ideias alheias em seu filme de maior sucesso, "Avatar". Mas não é só ele que andou roubando cenas do roteiro desse filme. Uma cena, de Dirty Harry em um pequeno mercadinho, me lembrou também muito de uma das sequências mais famosas de "Stallone Cobra". O filme de Stallone também foi acusado de ser um plágio de Dirty Harry! Pois é, no mundo do cinema parece que nada se cria, tudo se recicla. Todos esses exemplos mostram como Dirty Harry virou paradigma dos filmes policiais até os dias atuais. Eu atribuo isso ao fato do personagem ser na realidade um justiceiro, como àqueles que vemos nos filmes de western, o que acaba saciando, mesmo que no mundo da ficção, a sede de justiça da sociedade moderna.

Pablo Aluísio.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Perseguidor Implacável

Perseguidor Implacável
Resolvi rever o primeiro filme da série Dirty Harry, que no Brasil se chamou Perseguidor Implacável. O filme, um policial eficiente, sempre foi polêmico por causa de seu subtexto. Basicamente ele prega a ineficiência do sistema jurídico e a vingança olho por olho, dente por dente, como uma forma de saciar a sede de justiça da sociedade. Esse roteiro fez escola, todo filme do gênero em que você se depara com um policial cansado da burocracia ineficiente do Estado que resolve limpar as ruas por conta própria é de certa forma um herdeiro desse famoso personagem interpretado por Clint Eastwood. Para Dirty Harry tudo é muito simples, basta empunhar sua Magnum 44 e mandar fogo em cima dos meliantes. Fácil, rápido e eficaz; Em determinada cena do filme Harry se irrita quando o comissário de polícia lhe avisa que a prisão que ele fez era completamente ilicita e que não teria valor jurídico, o que iria ocasionar a soltura do criminoso, que assim estaria de volta às ruas. O problema nasceu porque o detetive interpretado por Clint Eastwood havia invadido um local sem mandado judicial, pois ele simplesmente arrebentou as portas e foi lá pegar o bandido.

Como prega o direito dos países ocidentais não se pode invadir um local sem autorização judicial. Para o cidadão comum isso não passa de uma fírula jurídica, até porque no final tudo não deu certo? Harry não prendeu o Serial Killer? Bom, essa visão simplista não iria valer se o local invadido fosse sua própria casa, não é mesmo? É isso, as pessoas de uma forma em geral não conseguem entender que todos esses direitos e garantias individuais servem para proteger o cidadão do próprio Estado, que sem nenhum tipo de norma que regulasse o seu poder iria obviamente abusar do mesmo. Tirando essas questões sociais de lado o fato é que como diversão o filme funciona muito bem. Clint deixou os filmes de western de lado e levou a ética que movia seus personagens sem nome para a selva da cidade grande, para o caos urbano onde impera a violência sem limites. O filme, apesar de ser totalmente incorreto do ponto de vista político se tornou um grande sucesso de bilheteria, gerando várias continuações. Curiosamente Clint Eastwood iria virar as costas para Dirty Harry quando emplacou sua carreira política - ele chegou a se tornar prefeito de uma cidade americana. A mensagem de violência do justiceiro Harry não caia muito bem nos palanques.

Perseguidor Implacável (Dirty Harry, Estados Unidos, 1971) Direção: Don Siegel / Roteiro: Harry Julian Fink, Rita M. Fink / Elenco: Clint Eastwood, Andrew Robinson, Harry Guardino / Sinopse: A população da cidade de San Francisco fica em pânico ao saber que há um novo assassino em série pela ruas. Ele se auto denomina 'Scorpio Killer' e está disposto a espalhar o terror entre a sociedade. Antes disso porém terá que enfrentar o detetive Harry Callahan (Clint Eastwood), conhecido pela imprensa como "Dirty Harry" por causa de seus métodos violentos de lidar com a criminalidade. Filme indicado ao Edgar Allan Poe Awards na categoria de Melhor Filme. 

Pablo Aluísio.